Venho através deste divulgar meu medo em relação a “nova cena musical” que está se formando.

Essa coisa de músicas animadas, dançantes, chicletes, “neon, coloridinhas”, enfim.

Uma coisa meio “fotos com caretas”, porque assim parece que você é descoladinho, e uma atitude quase beirando o estrelismo e a arrogância, que na verdade é só um pouco de tentativa de ser “cool” com as garotinhas.

 

Quando vi um show do Cine aqui em Porto Alegre, fui por pura curiosidade. Eu já tinha escutado o som dos caras, e tinha achado meio “fora do meu gosto” demais, mas sei lá, é a aquela velha história… quando todo mundo gosta de uma coisa e você não, é porque você pelo menos deve rever um pouco seus conceitos e aceitar a possibilidade de, quem sabe, voltar atrás. Mas não adianta. Produtores pedindo pro público “abrir” espaço na pista pra banda passar antes do show, com seus seguranças, é algo absolutamente broxante. Ainda mais em uma casa pequena, LOTADA de um grupo que já tá tão acostumado a ver as bandas no meio a galera, curtindo o show como “um qualquer”. Porque afinal, eles são. Não são?

Mas enfim. Ignorem esse episódio (que eu apelidei carinhosamente de “muito barulho por quase nada”). Eu realmente fiquei um pouco apavorada com todo o lance de “seguranças” e “nos deixem passar”, etc. Nem a Fresno faz isso. E SEI que não fui a única a achar chato.

 

 

MAS ENFIM DE NOVO.

Só essa semana já vi umas cinco bandas deste tipo musical-alegrinho-vem-pra-cá, e não consegui ouvir nenhuma  sem parar a música na metade por não agüentar tamanha alegria que passa uma impressão de ser MUITO forçada.

Parece um estilo TÃO montado, surreal…

 

 

Cadê a honestidade musical?

 

 

 

(Ta, eu sou sim um dos 25 seres humanos que sempre se negam a falar mal do que não conhecem, então antes que vocês atirem suas pedras em mim, quero deixar claro que isso é só um desabafo de quem já viu muito azul/rosa/amarelo reunido e que ficou sim com uma má impressão do que viu no show do Cine. Prometo ouvir essas bandas com mais calma pra poder falar. Quem sabe falar até melhor.)

Pois é. Há um tempo fiquei sabendo do tal de Coca-Cola PARC, e me animei HORRORES, chorei litros de emoção ao saber que ia poder rever bandas que curto muito, e que sei são difíceis de acompanhar, por causa da distância por morar no sul, blá blá blá.

Bom, aí que saiu a programação do tal evento, e eu me emputeci!

Por favor, Copacabana Club, Vanguart, Império da Lã (TOCANDO AMY WINEHOUSE!!!) e  Pata de Elefante AO MESMO TEMPO em lugares diferentes?

Pera, vocês então esperam que até dia 5 de junho eu consiga clonar seres humanos? Ou pior, que eu realize o milagre da multiplicação?

É isso?!

Sério, ADIANTA ALGUMA COISA uma van fazer o trajeto? Adianta uma ÚNICA ENTRADA a 30 pila, sendo que NINGUÉM vai conseguir assistir a todos os shows? Cobrassem 40 por um festival MASSA, com todas essas bandas num único lugar! Ou querer isso é MUITO interiorano da minha parte? É? É só em Santa Maria que as pessoas pensam no gosto musical geral e deixam todo mundo ver os shows legais que levam pra cidade?

Tá, tá feito o desabafo.

Agora paro de reclamar. Obrigada por trazerem Vanguart a Porto Alegre. E se a alegria de ver uma das minhas bandas favoritas não anulasse minha raiva por perder outros shows legais… Esse post teria sido escrito num nível TÃO “adolescente-descontrolada-de-13-anos” que provavelmente até no Underage Stage iam deixar eu entrar.

Quem me conhece BEM, sabe: sou absolutamente (e ridiculamente também) louca pelo U2. Poucas bandas me deixam sem ar como a de Bono e sua trupe.

Dia 2 de março sai o novo CD dos caras, o No Line On The Horizon, sucessor do absurdo e belo How To Dismantle An Atomic Bomb. Já rolou aparição no Grammy com o primeiro single do CD, “Get on your boots”, e até um clipe a-cara-da-banda poraí, mas GENTE, pára tudo: O CD VAZOU.
Isso mesmo, “caiu na rede”. E pra um fã que tá desde 2004 esperando material novo, essa notícia é motivo pra sair correndo em histeria pelas ruas.
Adoraria postar todos os links existentes pra vocês aqui, mas deixo o trabalho sujo pra quem realmente quiser ouvir o que esses irlandeses bolaram.

Pra mim? Uma mistura de Achtung Baby! e Zooropa (os dois discos mais criticados e incompreendidos pela mídia), com um toque de um dos meus álbums favoritos, The Joshua Tree  (que vai ficar claro pra quem acompanha os caras quando ouvir a primeira faixa, que leva o mesmo nome do álbum). Parece que o Bono voltou a 1987, pegou sua voz de volta e gravou todas as canções.

Deixo claro que esse post é nada mais nada menos que um texto “pessoal”, uma vez que eu, “fã xiita” (haha), precisava falar desse álbum.

Se rolar uma “conexão” com o CD físico como rolou com a primeira audição, eu volto com uma resenha. Isso, claro, se eu sobreviver a falta de ar causada pelas distorções… é incrível o efeito que a guitarra do The Edge causa em mim.

Tanto tempo sem escrever aqui, quem olha (quase ninguém, sei bem) acha que larguei de mão essa vida mulambenta de blogueira musical. Não, não. Ainda não é o fim.

Na verdade aconteceram várias coisas entre novembro até aqui, entre elas a minha monografia (o famoso trabalho de conclusão de curso), minha formatura e uma possível chance de mudar o renuska.com de servidor.
Pra complicar mais ainda a listinha, me mudei pra Porto Alegre meio que de última hora.

Então sim, agora estou munida de mais shows pra falar, mas isso não significa que vá escrever sobre eles.

O que sei é que nesses meses várias coisas passaram em branco por aqui, como o Macondo Circus (que resenhei sim senhor, e tá na edição de dezembro da revista Noize ), e alguns showzinhos, como os dois da Pública que vi, e o do Little Joy.
Não vou voltar no tempo e escrever sobre isso, então se contentem em saber que mais adiante volto, já que a agenda de 2009 promete bastante coisa legal.


Não sou uma pessoa tão cabeça dura quanto pareço. Quando posso, analiso melhor as coisas pra, quem sabe, mudar de idéia.

No ano passado, como já foi dito aqui no blog, passei a dar mais atenção a bandas que eram diferentes do que eu costumava ouvir. Entre elas, a doyoulike?. O quarteto (Érico e Z – guitarras e vocais, Gulis – baixo e Neko – bateria) porto-alegrense literalmente tira o fôlego de menininhas e servem de exemplo pra diversos garotos que sonham em ter uma banda. Isso porque os caras, além de terem carisma e presença de palco, tocam muito bem e ainda seguem um estilo que dificilmente não agrada.

Mas não agradou a mim, pelo menos não na primeira vez que ouvi. Estou sendo bem honesta aqui, a minha cabeça realmente não sacava o porquê dessa banda fazer sucesso, não entendia como lotavam shows, e a razão de serem tão adorados. Pois bem.

 

Quando o primeiro cd deles, o Uncano, saiu, resolvi prestar mais atenção neles. Porque cá entre nós, se todo mundo gosta de uma coisa e só você vira a cara, talvez a tua opinião não seja a mais correta e você precisa rever teus conceitos. Foi o que fiz.

Logo de cara o CD começa com a viciante “Não foi você”, que te conquista por completo por uma coisa que a doyoulike? tem, na minha opinião, como ponto forte: a bateria. Aquela batida, misturada com a pegada da guitarra, é quase como alguém te pegando pela mão e dizendo “vem”. E eu fui.

Apesar de eu ter um certo preconceito com vozes gritadas (e ta aí a razão de eu sempre dizer que detesto os primeiros trabalhos da Fresno), a banda me deixou perplexa quando começa “Eu vejo tudo”, que além de ter uma letra linda, deixa clara a qualidade dos vocais. Destaque também pra “Essa música fala sobre orgulho”, que assim como a canção que abre o Uncano, é pra cima, e gruda na cabeça logo de primeira.

 

O Uncano como todo, é uma grande reunião de hits, e o pior: com letras honestas que em nenhum momento deixam a desejar. É impossível ouvir todas as 12 faixas sem pensar “essa seria uma boa música de trabalho”. O CD foi todo gravado num computador, dentro de um quarto. Nada de estúdios grandes e sérias produções. Mas isso passa despercebido, porque a qualidade dos meninos fala muito mais alto. E essa qualidade foi o que acabou me conquistando e fazer mudar de idéia sobre eles. Agora o que não entendo não é porque eles lotam shows, e sim o que raios essa banda segue fazendo em Porto Alegre e como que ainda não estourou por todo país. Eles têm tudo pra ser a próxima grande descoberta nacional desse tal cenário gaúcho.

E como se tudo isso que eu disse acima não bastasse, no palco os caras sabem exatamente o que tão fazendo. E ainda passam uma segurança difícil de se encontrar poraí.

 

Quem sabe você que sempre virou a cara pra canções nesse estilo não faz que nem eu, e tenta dedicar um tempinho pra doyoulike? Valeu a pena a surpresa porque, de fato, eu tava  perdendo tempo quando ignorava o trabalho dessa baita banda.


- Semana passada a Pública liberou no My space da banda 3 novas músicas que estarão no segundo CD dos caras, o já tão falado (e isso antes de lançar! Imagina quando sair) “Como num filme sem um fim”.

São duas inéditas, 1996, Casa Abandonada e a já conhecida pra quem já foi num show dos caras, a belíssima Canção de Exílio (minha favorita, já vou dizendo).

De cara a primeira impressão é que a Pública não perdeu sua essência. Os tecladinhos continuam ali, assim como o baixo marcante do Guilherme (não é só porque é minha música favorita não, mas o baixo em “Canção de Exílio” tá de chorar de tão lindo). O que é ótimo. Segundo álbum é sempre motivo pra um caminhão de críticas e aquela historinha chata de que “uma banda só prova se serve pro mercado no segundo disco”. Enfim.

Acho que se depender dos membros da banda, não tem nada pra ser provado, hein. Tão falando tão bem no CD que acho que não me assusto com mais nada.

Aliás, o lançamento tá marcado só pra 2009. Os caras acabaram adiando, sabe-se lá porque. Alguma coisa envolvendo atraso nas fábricas de CD, dizem. Não sei muito bem, mas talvez seja melhor assim mesmo.

Como já foi dito por aqui, além do Cd, a Pública tá lançando um DVD. O lance se chama “Casa da esquina 23″, e vai contar tudo o que rolou  nos bastidores da gravação. Quem tiver curioso, o trailer já tá rolando pelo youtube.

Ah! A Pública toca em novembro no Gig Rock, aquele festival porto-alegrense que tá ficando grandão aqui no Rio Grande do Sul.

 

- Falando em festival, Novembro é mês de Macondo Circus.

O circus, pra quem não conhece, também tá ficando grandão, e tá virando referência pra Santa Maria. Esta é a 4º edição do festival, e quem foi ano passado sabe do que to falando: é um lance bonito.

Este ano a coisa cresceu. Nos dias 6, 7 e 8 de novembro rola uma seleção no Macondo Lugar, onde 3 bandas serão escolhidas pra tocar no dia 15.

Só pra terem uma idéia, nessa seleção tem Ventores, Volantes, Valentinos, Chá das Cinco…

E depois no dia 15 tem Canastra, Apanhador Só, Sabonetes… e mais uma penca de banda boa. É 10 dias antes da entrega da minha monografia, mas taí uma coisa que não perco por nada. E acho que você também não pode ousar em perder.

Segue aí toda a programação:

Quinta 06/11 - Ventores, Outhouse, Jogo Sujo e Brisocks (Santa Maria)
Sexta 07/11 - Valentinos, Volantes, Suco Elétrico e Oscilantes (Porto Alegre)
Sábado 08/11 - Morgan Le Femme (Porto Alegre), Stereograma (Lagoa Vermelha), Chá das Cinco (Santa Cruz) e Dinartes (Passo Fundo)

Na semana seguinte, nos dias 13, 14 e 15 de novembro, rola o festival valendo!
confiram a programação musical de 2008:

Quinta 13/11 - Wander Wildner (Porto Alegre) e Rinoceronte (Santa Maria)
$8
Local: Macondo Lugar

Sexta 14/11 - Identidade, Old Stuff (Porto Alegre) e Daniel Rosa e Saturno Experiment (Santa Maria)
$7 e entrada franca para estudantes até a meia - noite
Local: Macondo Lugar

Sábado 15/11 - Do Amor, Canastra (Rio de Janeiro), Apanhador Só, Bandinha Di - Dá - Dó, Damn Laser Vampires, Fruet e os Cozinheiros (Porto Alegre), Sálvia (Santa Maria), O Lendário Chucrobilly Man, Sabonetes, Poléxia, Ruído/mm, Copacabana Club (Curitiba) e mais três bandas classificadas pelas seletivas do festival

Local: Parque Náutico (na subida para a serra)
antecipados a $8 e na hora $12

 

 

Também vai rolar um bazar digníssimo, discussões sobre a cena musical brasileira, debates e o conhecido camping, clássico em todas edições.

Dizem por aí que Santa Maria é uma cidade amaldiçoada, e uma vez que se toca aqui… a tendência é querer voltar todo ano. Então, bandas que tão vindo, SINTO MUITO, se deram mal (mentira, aqui é bem legal).

Só vou deixar aqui meus parabéns pros organizadores do festival, não só por colocar Santa Maria na rota de bandas legais, mas também por oferecer a cidade a possibilidade de participar de um evento tão preza, e que muitas vezes a gente vê acontecendo só nos outros lugares e fica “chupando dedo”, reclamando por morar no interior.


Ontem tive a prova de uma coisa que tava martelando na minha mente há MUITO tempo: a “cena” emocore/hardcore santa-mariense é super carente.

Às vezes parece que foi imposto que pra se fazer rock em Santa Maria, você precisa tocar Strokes, Franz Ferdinand, Los Hermanos, ou rock das antigas. Se usar um tênis quadriculado já te apontam na rua, se ousar falar que curte alguma banda tipo Nx Zero, vira motivo de chacota.

A chacota “normal” neste caso, ou seja, risada entre amigos e tiração de sarro, tudo bem. Virou coisa meio comum, então acho que pode ser ignorada. Mas quando esse tipo de situação é imposta, como uma espécie de regra… Como fica? Entendem o ponto que quero chegar?

 

Pois bem. O que aconteceu foi que ontem fui ao Bunker, ver os shows das bandas Sonnora e Sete. Os caras tocaram de tudo, galera lotou aquilo e ainda cantou junto todas as músicas. E os caras tocam bem, então ficou aquele clima de “poxa, porque não tinham feito esse show antes?”.

O que acontece, afinal? É falta de espaço pra bandas desse tipo aqui na cidade (ou seja, preconceito dos bares) ou medo de tocar dessa gente? E pior, esse público que lotou o Bunker ontem, faz o que nos finais de semana? Onde vão? Ficam em casa por falta de opção?

Isso tudo me trouxe a cabeça a (aí sim, sem aspas) cena hardcore/emocore de Porto Alegre, que além de ter público, tem um espaço preza. Bandas tipo Doyoulike?, Tópaz, Drive, Fused, e claro, Fresno, lotam casas por lá, e são respeitadas tanto quanto outras bandas consideradas “indies”, “underground”, “finas”, “classudas”.

 

Até quando o interior vai ficar com a cabeça fechada, hein?


Só eu que achei o VMB confuso?

Sabe aquele lance de que cineasta assiste a filmes prestando atenção nos takes, na fotografia e na direção? E de que músico escuta uma canção e repara pacas na parte técnica? Eu vejo o VMB como um programa de TV, e talvez por isso não me preocupe tanto com as premiações em si (também tem o fato de estar acostumada com derrotas, mas a gente pula essa parte). Tudo muito confuso, erros de créditos, de trilhas, espaços “em branco”, nossa.

Maaaas, porém, contuuudo, entretanto, teve seus bons momentos. O Marcos Mion literalmente salvou a noite, começando pela ótima entrada (o que foi ele imitando a Mallu Magalhães?!), passando pela piadinha com o playback do Bloc Party (“quem sabe faz ao vivo!”, ótimo!), sem esquecer do vídeo hilariante dele e do Mionzinho na chamada pros indicados a Hit do ano. Outro que fez a premiação valer a pena foi o Marcelo Adnet, tanto com as improvisações no final de cada bloco, quanto na já famosa “Furffle Feelings”, canção que é sensação entre os telespectadores da MTV.

 

Consigo entender porque Nx Zero leva todos os prêmios, mas não saco o início de tudo, como eles conseguem sempre mais que a Fresno, literalmente. Rola um preconceito grande entre essas duas bandas, preconceito que eu tinha. Mas depois de ouvir com calma as duas, meu deus. É gritante a qualidade musical da Fresno, passando muito a frente do Nx. Por isso não entendo. Mas okay, Fresno levou a noite quando encerrou a premiação tocando Evidencias, hit que eu adorava cantar quando criança, com Chitãozinho & Xororó. Aliás, como li por aí, papai Xororó provou ser mais rocker que o filho Júnior! Porque aquela banda Nove mil anjos, minha gente… Preciso ver mais deles pra ver se aquilo é falta de qualidade ou apenas nervosismo de estréia.

 

Ah, e um ps: alguém pode avisar aquela vocalista do Bonde do Role que ela não é o Kanye West? Grata.


Como foi dito no último post, muita coisa aconteceu neste meio tempo em que estive sem blog. Muita coisa pra comentar, diga-se de passagem.

 

O que devemos saber:

 

-         A banda Volantes tá na finaleira das gravações do primeiro EP. Em um comunicado, digamos, oficial, os caras disseram que das canções que estão disponibilizadas no myspace, apenas uma foi gravada e estará no tal EP. Alguém tem dúvidas de que é Última? Deixo aqui minha revolta, por Meu Samba e Dez minutos, que são belíssimas e mereciam tar no tracklist também. Mas tudo bem, espero pelo CD (que vai sair um dia, NÉ? haha).

-         A Pública gravou CD novo, e já tem até nome (Como num filme sem fim) e tracklist. O lançamento tá programado pra este mês, e sai pela Olelê Music, ou seja: preza. Vali rolar também um documentário sobre as gravações… sim, a Pública pensa grande.

-         A doyoulike? lançou o videoclipe da música extremamente viciante “Não foi você”. Como não sei colocar caixinha de youtube aqui no wordpress (não perca seu tempo tentando me ensinar, todo mundo já tentou), o link tá ali no nome. Ouvi algumas pessoas falando que esperavam mais, mas eu achei muito bem gravado. Aliás, gostei bastante. Acho que as bandas deviam dar mais valor aos clipes, e não só sair gravando, do tipo “só pra ter”. A doyoulike? se dedicou bastante pra sair um trabalho bom.

-         Falando em videoclipe, sexta-feira tem o lançamento do clipe novo (e primeiro, por sinal. Dá pra acreditar?) da Tópaz, da canção Eu Planejei. Aliás, o clipe foi gravado inteiramente por fãs, e esta que vos fala fez uma singela, mas siiignificativa participação. O lance rola no Laika, onde a banda faz show, juntamente com a Gulivers. Os ingressos já tão a venda, e reza a lenda que são 150 míseros ingressos. Eu não vou, então podem comprar que um eu sei que sobra. Hahaha

 

Por último, mas não menos importante:

Amanhã rola o VMB 2008, e a Fresno tá indicada em duas categorias: Artista do Ano e Hit do Ano. Não sei se já falei aqui, mas a banda é meu estudo de caso de TCC. Então, fica aqui minha torcida pra que levem um dos prêmios (e que façam da minha análise uma coisa bem mais divertida, com várias mensagens felizes e bonitinhas com muita alegria – porque reza a lenda de que agora sou uma garota otimista). E falando nisso, recomendo o texto que foi escrito no fotolog de um amigo, o Marcello Inza. Acho esse espírito de orgulho e vitória com um lance que tu curte muito afudê.

 

 

Por hoje é isso! Ufa, é bom poder voltar a escrever. haha

Té mais!

Beijos, renuska.

 


Então tá. Depois de quase 2 meses com o blog fora do ar, é com muita honra que volto a escrever por aqui (até parece que tenho leitores fiéis HAHAHA).

Muita coisa aconteceu neste meio-tempo, e provei ser dependente disso que chamam de blog! Um absurdinho, diria. Mas tudo bem. A partir de hoje mudo um pouco do foco daqui, voltando mais (e oficialmente) ao rock gaúcho. Mas isso não significa que não vou falar de outras coisas, certo? Certo.

 

Pronto, me sinto em casa novamente.

ps- pra variar, valeu a ajuda, daniel!

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